Acessibilidade em Ourinhos: entre a fantasia e a realidade

Por Jaci Guimarães

Pela Lei 13.146, de 6 de julho de 2015, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência ou Estatuto da Pessoa com Deficiência, tanto os ônibus, trens e até os táxis devem se adequar a acessibilidade para os deficientes. É preciso planejar e executar uma infraestrutura adequada, além de fiscalizar o cumprimento disso.

E não pense que isto abrange apenas facilitar a locomoção de cadeirantes. É preciso dar acesso, também, à informação. Uma das deficiências físicas mais negligenciadas é a visual. É importante que os estabelecimentos disponham seus cardápios e outras informações devidamente grafadas em braille para cegos, que haja sinais sonoros nos semáforos e piso tátil nas calçadas, de modo a aumentar a inclusão deles à sociedade.

Por fim, a acessibilidade também é desrespeitada quando o indivíduo estaciona na vaga para deficientes, bloqueia rampas ou desrespeita o direito de preferencial de um deficiente físico. A consciência para o problema é o primeiro passo para resolvê-lo.

Você consegue ver alguma dessas adequações em Ourinhos?
Então temos muito que trabalhar para poder enxergar uma gestão da inclusão.

Jaci Guimarães
É representante da Associação de Defesa das Pessoas com Deficiência Física