Fórum Permanente de Enfrentamento da Violência contra as Mulheres promove minicurso em Ourinhos

Neste mês de julho, o Fórum Permanente de Enfrentamento da Violência contra as Mulheres de Ourinhos promoverá um minicurso sobre “Rede de Enfrentamento da Violência Contra as Mulheres”, ministrado pela Profª Drª Marisa Barletto.

A ação foi anunciada na segunda-feira, 01. Em menos de 24h, as 25 vagas disponibilizadas foram preenchidas, demonstrando que a violência contra a mulher é um assunto de interesse; o que falta é a promoção de espaço para o debate.

O minicurso será a primeira das atividades programadas pelo Fórum para o segundo semestre de 2019.

Com o caráter introdutório, o minicurso tratará dos seguintes tópicos:
-a condição feminina, violência e desigualdades;
-história, conceitos e movimentos populares;
-políticas públicas e enfrentamento da violência doméstica.

De acordo com o Fórum, a organização estuda a possibilidade de abrir outra turma para o minicurso, dependendo do aumento do interesse.

No último dia 18, o Fórum realizou seu primeiro encontro na Câmara Municipal, quando foi aprovado o seu Regimento Interno, eleita a Coordenação Geral e efetivada a adesão de 34 pessoas à proposta de pensar a rede de enfrentamento da violência contra as mulheres em Ourinhos.

O Fórum Permanente de Violência contra a Mulher surgiu por motivação de encontros, em Ourinhos, durante o mês de março, mês do Dia Internacional da Mulher. Primeiro, veio a criação do ‘Coletivo 8 de Março’ e a promoção de duas atividades: uma cultural, no Bar Sete Cordas e outra na Câmara Municipal, para discutir violência contra a mulher. A partir destes encontros, a mobilização para o debate do tema se intensificou e a ideia de uma organização permanente foi considerada e colocada em prática.

Mais informações na página do Fórum no Facebook.

No Brasil, uma mulher registra agressão sob a Lei Maria da Penha a cada 2 minutos; todos os dados da violência contra a mulher são alarmantes e os espaços de discussão, conscientização e proteção devem ser valorizados e promovidos.

 

Eduarda Schuh

21 anos e ourinhense de coração. Estudante de Jornalismo na UNESP de Bauru. Aspirante a jornalista há algum tempo. Buscando um caminho para um mundo mais justo há ainda mais tempo. Contra qualquer tipo de exclusão e elitização, escrevo para quem precisa entender. Feminista e progressista, procurando os erros e acertos.