Cultura Popular Leitura de O Navio Negreiro marca comemoração do Dia Nacional da Consciência Negra

João Teixeira

A leitura pelo Coletivo Cidadania de Cultura Popular (CCCP) do poema épico O Navio Negreiro (“…Senhor Deus dos desgraçados, dizei-me vós, Senhor Deus, se é loucura, se é verdade, tanto horror perante os céus…”), de Castro Alves, foi um ato de protesto contra o racismo antinegro que continua envergonhando a sociedade brasileira neste século XXI.
O CCCP comemorou desta forma, difundindo arte e cultura para as pessoas, os horrores da escravidão negra no Brasil inspirado pelo Dia Nacional da Consciência Negra (19 de novembro).
A Secretária de Direitos Humanos da Prefeitura do Município de São Paulo, a ex-vereadora Soninha Francine, prestigiou o evento é foi uma das vozes do jogral, ao lado de Pedro Orange e da professora e cantora Sueli Rocha.
Na abertura, o poeta Eliseu Santoni recitou Da Cor Preta, Nossa Saga, de sua autoria.
O evento teve o apoio cultural da Expressão & Arte Editora e Gráfica, da Letra Livre Produção Gráfica e reuniu um público selecionado nas dependências do Bar do Tita, na Av. Conselheiro Moreira de Barros, 540, em Santana.
Palavras-chave: O Navio Negreiro; Dia Nacional da Consciência Negra.
*João Teixeira, jornalista e escritor, integra o Conselho Editorial do Jornal Contratempo.

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