Teatro Municipal recebe ‘Breve Compêndio para Pequenas Felicidades e Satisfações Diminutas’, neste domingo, 09, às 20h

Nesse domingo, 09 de abril, o Teatro Municipal “Miguel Cury” recebe às 20 horas, o espetáculo de dança “BREVE COMPÊNDIO PARA PEQUENAS FELICIDADES e SATISFAÇÕES DIMINUTAS”.
A apresentação é GRATUITA e NÃO necessita retirar convites no teatro.
Com duração de 60 minutos, o trabalho busca fazer uma reflexão sobre a felicidade. Não aquela do senso comum, a felicidade geral, associada na maior parte do tempo ao amor, saúde e bens materiais etc, mas um outro tipo de felicidade: aquela que cada pessoa descobre individualmente e nutre.

Breve Compêndio para Pequenas Felicidades e Satisfações Diminutas, novo espetáculo do Núcleo de Pesquisa Mercearia de Ideias, dirigido por Luiz Fernando Bongiovanni, surgiu de questões sobre o que proporciona felicidade, sob várias perspectivas.

Qual é a felicidade, ainda que efêmera, que dá sentido à vida? A partir desta indagação, o grupo também estimulou indagações sobre os obstáculos que atravessam a vida. O espetáculo trabalha a individualidade de cada intérprete e sua própria relação com o tema.

“Optamos por fazer uma reflexão que não parte do senso comum sobre a felicidade geral, associada, na maior parte do tempo, ao amor, à saúde, aos bens materiais, mas a um outro tipo de felicidade, aquela que cada pessoa descobre individualmente e nutre ao longo da vida”, diz Bongiovanni, autor da coreografia. “A pesquisa parte de vivências e experiências de cada artista, como cada um busca a felicidade e quais os entraves que encontra. A partir daí, elaboramos uma lista, um breve compêndio, que apresenta no âmbito cênico uma manifestação.”

O espetáculo também explora a ambiguidade que algumas situações podem apresentar. “É no binômio felicidade e obstáculos, que o espetáculo se desdobra. Trabalhamos, por exemplo, o tempo a partir da ideia de velocidade, da pressa, do tempo imaginado, do medo, do receio, da ansiedade, mas também das pequenas gentilezas, do tempo de cada um, do direito à fala de cada indivíduo, do acolhimento, do que cabe dentro de um abraço”, acrescenta o coreógrafo.