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Ato contra reforma da Previdência reúne mais de 200 pessoas em Ourinhos

Ato contra reforma da Previdência reúne mais de 200 pessoas em Ourinhos

Sindicalistas de diversas entidades realizaram na manhã desta terça-feira, 04, um ato de protesto contra a Reforma da Previdência proposta pelo presidente Michel Temer (PMDB), cujo evento contou com a presença de mais de 200 pessoas.

O ato, que está vinculado a uma série de mobilizações nacionais, começou por volta das 8h00 e terminou às 09:30h. Os sindicalistas se reuniram em frente ao Calçadão no centro de Ourinhos. Participaram da manifestação o Sindicato dos Eletricitários de Ourinhos, Ipaussu e região, Sindicato dos Metalúrgicos, Sindicato dos Bancários de Marilia, Sindicato dos Servidores Públicos, APEOESP, Sindicato da Alimentação de Marília, Sincomerciários, Sindicato dos Funcionários e Servidores da Educação do Estado de São Paulo, Sindicato do vestuário de Santa Cruz do Rio Pardo, Sindicato dos Servidores Públicos de Santa Cruz do Rio Pardo e Sindicato da Construção Civil de Ourinhos e Região.

Durante o ato, palavras de ordem foram ditas contrarias as reformas, manifestantes levaram bandeiras e camisetas. Policiais estiveram no local para garantir a segurança dos manifestantes.

“O ato público de hoje é para dizer não à PEC 287, este governo quer que os trabalhadores morram trabalhando, porque o prazo proposto por Temer é para que os trabalhadores contribuíam 49 anos, o que dificilmente será atingido”, disse o presidente do Sindicato dos Eletricitários André Paladino.

Reformas do governo federal

A reforma da Previdência proposta pelo governo prevê, entre outras coisas, a idade mínima de 65 anos para a aposentadoria.  A gestão Temer também apresentou um projeto para mudar a legislação trabalhista.  Uma das ideias é permitir que negociações coletivas se sobreponham à lei.

Ainda segundo Paladino o resultado das reformas de Temer é: Recessão, desemprego, aumento da informalidade, aumento da inflação, e mais ataques aos serviços e servidores públicos. Sendo assim, evidencia-se que a premência do desenvolvimento dos projetos e dos interesses empresariais e estatais impede a realização de estudos adequados e que o povo conheça a realidade dos fatos, reflitam e se posicionem diante das transformações que lhes poderão afetar. Esse processo evidencia, ainda, o desrespeito aos órgãos públicos e suas equipes técnicas, a debilidade das audiências públicas e a ausência de consultas adequadas aos trabalhadores e aposentados atingidos por estas medidas.

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