O assombro do eterno passado

O assombro do eterno passado João Teixeira* O jornalismo independente, defensor de causas populares e fiscalizador do poder público, sempre foi perseguido e massacrado pelas classes dominantes nestes trópicos. O Correio Braziliense, pioneiro dos jornais brasileiros, no século XVIII, expôs, no nascedouro, o destino da Imprensa independente: o exílio. O

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A informação como arma de guerra – parte III

Por João Teixeira* “… memória e esquecimento são eixos fundamentais da esfera do poder, disputando o modo como a memória coletiva se constrói em cada sociedade”. (Hugo Studart, em “Borboletas e lobisomens”, pg 17, Ed. Francisco Alves, 2018). O império da arapongagem (escutas-telefônicas e cibernéticas) e paraíso da delação-premiada, o

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A informação como arma de guerra – Parte II

Por João Teixeira A guerra interna, clandestina, o “Combate nas trevas”, segundo Gorender, interpôs oponentes que utilizaram fartamente a munição informativa. Idealista, revolucionária, as oposições armadas expressavam sua indignação contra a perseguição que lhes era movida, a prisão, tortura e assassinatos nos porões do regime; os desmazelos e falcatruas da

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A informação como arma da guerra – parte 1

João Teixeira* Informação e contrainformaçáo. Para vencer as guerras, desde a Antiguidade, egípcios, persas, gregos, romanos e todos os povos utilizaram fartamente a munição informativa para derrubar inimigos e conquistar povos e territórios. Em cada época histórica, os sinais de fumaça, os tantás, os mensageiros a cavalo – estes, ás

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“Furo” de reportagem no Dops!

Por João Teixeira Os jornalistas dos anos de chumbo enfrentavam todos os riscos para impor suas convicções profissionais e ideológicas em tempos censurados e de violência policial e militar. O jornalista e escritor Percival de Souza (“Autópsia do medo” e “Eu, Cabo Anselmo”) faz revelações surpreendentes. Para saber e publicar

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